Descendentes de Giovanni Maria Cantú

Notes


1. Giovanni Maria Cantú

Encontramos o nascimento de Giovanni Maria Cantoni. Acreditamos que existe um erro no lançamento do cartório (Uffício), pois é da mesma localidade do nascimento de seu irmão (Antegnate), mesma mãe e mesmo endereço (Via Sto Ambroasio, 15). Conseguimos a certidão de batismo, da paróquia de Antegnate. Realmente foi um erro do registro civil.

Em alguns lugares o nome aparece como João (seria a tradução). Em 14/01/1903, João, junto com Sylvio Cantú, compraram 50% de um lote de terras (lote 21) pertencente a Domênico Cantú / Valeria Cantú e João (Beniamino) Baseggio / Lúcia Cantú. Registrado no Ofício dos Registros Públicos e Tabelionato de Protestos de Garibaldi - RS, Nro 149, Livro 3, fl 24. Mais tarde, em 17/06/1907, João compra os 25% do lote 21 de Sylvio Cantú. Registrado no mesmo ofício, Nro 612, Livro 3, fl 94. Pais de João: Domingos Cantú e Valéria Podavite ou Conairtti (existem referências com os dois sobrenomes diferentes).
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Cronologia do imigrante Giovanni Maria Cantú
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1876 – (30/08) Nasce Giovanni Maria, na rua Santo Ambrósio, 15, Antegnate
1876 – (31/08) É batisado na "Parrocchia San Michele de Arcangelo, Antegnate, Bérgamo"
1890 – (Aproximadamente) Instalam-se (Domenico e esposa com os filhos Lúcia, Giovanni e Pietro Silvio) no Lote 21 Sul, na Linha Boa Vista.
1896 – (26/04) Casa com Santa Barbieri
1897 – (18/07) Nasce o primogênito Ricieri José Cantú, na linha Boa Vista
1898 – Nasce Maria Cantú (2° filho) na Linha Boa Vista
1901 – (03/08) Nasce Guilherme Cantú (3° filho) na Linha Boa Vista
1902 – (23/09) Nasce Domingos Cantú (4° filho) na Linha Boa Vista
1902 – (27/12) Giovanni e seu irmão Sylvio, compram do pai Domenico e mãe Valéria, da irmã Lúcia e o cunhado João Baseggio, meia colônia (Lote 21 Sul) com 50.000 braças quadradas
1903 – Nasce Victório Cantú (5° filho)
1906 – (04/04) Nasce Vergílio Domingos Cantú (6° filho) na Linha Boa Vista
1907 – (27/04) Giovanni compra do seu irmão Sylvio e esposa, 1/4 do Lote 21 Sul (aproximadamente 23.000 braças quadradas)
1908 – Nasce Palmira Cantú (7° filho) na Linha Boa Vista
1910 – (16/10) Nasce Valéria Maghia Cantú (8° filho) na Linha Boa Vista
1912 – (22/10) Nasce Francisco Cantú (9° filho) na Linha Boa Vista
1915 – (09/02) Nasce Cezare Cantú (10° filho) na Linha Boa Vista
1915 – (25/07) Morre Giovanni Maria, em Linha Boa Vista, Garibaldi, RS
1916 – (Aproximadamente) Santa e os filhos se mudam para Pilão Baixo
1924 – (21/12) Morre Santa em Picada Alegre, Lajeado, RS


Santa Barbieri

Depois da morte do Giovanni, teria ido para Pilão, com os filhos. Ver artigo abaixo em http://umlugarnovale.blogspot.com.br/2011/04/linha-pilao-baixo-coqueiro-baixo_29.html
LINHA PILÃO BAIXO - COQUEIRO BAIXO "O trecho de quatro quilômetros da estrada de chão batido que liga a localidade com a vizinha Arroio da Laje, a medida que é percorrido, vai tornando-se cada vez mais estreito, como se o caminho fosse terminar, assim como se anunciasse o prenuncio de que o lugarejo, que conta com cinquenta moradores, esteja também próximo do fim. Pelo caminho, dezenas de roças e casas abandonadas. "Isto aqui virou terra de aposentado e muito mosquito, de bom mesmo somente o clima e a proximidade com o Rio Forqueta", exclama o morador José Luiz Teixeira (61), que ao lado da esposa Célia (57), possuem uma propriedade no local. "A comunidade já foi forte, mas isso é coisa do passado, com muito sacrifício criamos nossos seis filhos que foram embora para trabalhar em restaurantes, como a maioria dos jovens da região. Está tão difícil, que em alguns finais de semana, não conseguimos reunir duas duplas para jogar bocha na cancha da comunidade", lamenta o agricultor. Em pé, além de uma dezena de casas, está a igreja católica, pertencente a Paróquia de Relvado e que homenageia o padroeiro São Roque na tradicional festa em agosto. As famílias Cantú, Barbieri e Ongaratto integraram o grupo de imigrantes que iniciaram a colonização por volta de 1910. Foram eles que montaram um monjolo tocado a água para socar o arroz com um pilão pequeno, daí surgindo o nome da localidade. Por muitos anos, um moinho colonial pertencente a Rodolfo Teixeira, além de alambique e serraria, movimentavam a localidade. Na economia atual, a maioria dos agricultores dedicam-se ao plantio de milho e criação de gado e suínos. Entre os moradores atuais aparecem os sobrenomes de origens italianas e luso brasileiros como Ongaratto, Teixeira, Zambiazzi, Cardoso, Barbieri, Faccioni, Ziani, Teixeira, Silva, De Carli, Valmórbida, Degásperi e Rosa. A distância com a sede do município é de dezoito quilômetros. Para se comunicar com outras localidades, somente via celular." A data de nascimento ainda está imprecisa.